quinta-feira, 1 de janeiro de 2026

Balanço de 2025: Dr. Edézio fecha o primeiro ciclo com mais acertos que tropeços.

Concluídos os 12 meses de 2025, o calendário vira, mas a análise fica. E, olhando com lupa e sem paixões, a gestão do prefeito Dr. Edézio Ferreira encerra o seu primeiro ano completo no comando do município com um saldo que pende mais para o positivo do que para o negativo. Não foi um ano fácil, longe disso. Houve turbulência, entraves herdados, dificuldades operacionais e políticas, além de um cenário clássico que costuma acompanhar mudanças de comando: quando um grupo permanece muito tempo no poder e sai, raramente deixa o caminho limpo. Pelo contrário, costuma espalhar pedras.

Ainda assim, o governo Edézio conseguiu atravessar 2025 sem perder o rumo. Teve altos e baixos, como qualquer gestão que começa do zero, especialmente quando se trata de um prefeito em seu primeiro mandato eletivo. Mas entre erros pontuais e acertos relevantes, o conjunto da obra aponta para mais avanços do que retrocessos.

É preciso reconhecer: o primeiro ano é sempre o mais duro. É quando o gestor precisa mostrar serviço, abrir o jogo, expor as cartas e provar, na prática, se aquilo que foi prometido na campanha tem sustentação administrativa. Dr. Edézio entrou nesse teste sob desconfiança natural, pressão política e uma máquina pública que não se reorganiza da noite para o dia. Ainda assim, demonstrou sobriedade em decisões sensíveis, habilidade na condução política e, sobretudo, jogo de cintura para enfrentar crises sem transformar cada problema em um espetáculo.

Não foi um ano linear. Houve momentos de tensão, críticas legítimas, cobranças duras e até ruídos internos. Mas também houve soluções encontradas, ajustes de rota e resultados que, dentro do que foi encontrado, podem ser considerados satisfatórios. Governar não é fazer mágica; é administrar limites. E, nesse aspecto, a gestão mostrou capacidade de absorver impactos sem paralisar.

Passado esse primeiro ciclo, a percepção que se forma nas ruas é de uma avaliação plausível, equilibrada, sem euforia, mas também sem frustração generalizada. A população parece reconhecer que, apesar das dificuldades, houve esforço, trabalho e entrega possível.

Agora, 2026 surge como o ano da afirmação. O segundo ano de mandato costuma ser decisivo: é quando o discurso precisa virar marca, e o planejamento precisa aparecer com mais nitidez. A expectativa cresce, e com ela a cobrança. O prefeito sabe disso. E o governo também.

Como diz a expressão popular, é esperar para ver. Mas, pelo que foi apresentado até aqui, há razões para acreditar que o próximo capítulo pode ser ainda mais proveitoso. O primeiro ano foi de teste, ajuste e sobrevivência. O segundo, se bem conduzido, pode ser de consolidação. O tempo, como sempre, será o juiz mais justo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário