segunda-feira, 7 de setembro de 2026

Comunicar é incluir: Bom Conselho promove oficina de Libras e Braille para fortalecer educação inclusiva.

Bom Conselho foi palco, entre os dias 26 e 28 de agosto, de uma importante iniciativa voltada à inclusão e à construção de uma educação cada vez mais acessível. Com o tema “Comunicar é incluir! Aprender Libras é abrir portas para o respeito, a empatia e a inclusão”, a oficina de Libras e Braille reuniu professores e profissionais de apoio escolar em um momento de aprendizado, troca de experiências e reflexão.

A iniciativa foi promovida pela Prefeitura de Bom Conselho, por meio da Secretaria de Educação, Cultura, Esporte, Lazer, Juventude e Turismo, levando para o ambiente educacional uma discussão que ultrapassa os limites da sala de aula: o direito de todos à comunicação, à participação e ao pertencimento.

Durante os três dias de atividades, os participantes tiveram contato com conhecimentos que podem fazer diferença no cotidiano escolar. Mais do que aprender sinais ou compreender recursos de acessibilidade, a oficina trouxe à tona a necessidade de derrubar barreiras que, muitas vezes, ainda impedem uma parcela da sociedade de ser plenamente ouvida, compreendida e incluída.

A formação contou com a condução dos formadores e intérpretes de Libras Isabella Ferreira, Sandrelina Monteiro e Josivaldo Lucena, responsáveis por compartilhar conhecimentos e experiências com os profissionais participantes.

A presença de professores e apoios escolares reforça outro ponto importante: inclusão não se constrói apenas com discursos, mas com conhecimento, preparo e disposição para transformar a prática. Na escola, onde diferentes histórias, necessidades e formas de comunicação se encontram diariamente, estar preparado para acolher o outro é também uma forma de educar.

A oficina deixa uma mensagem simples, mas poderosa: quando a comunicação deixa de ser uma barreira, a inclusão passa a ser uma ponte.

Em Bom Conselho, a iniciativa representa mais um passo na busca por uma educação que não apenas ensine, mas que também saiba acolher, respeitar as diferenças e garantir que cada aluno tenha o direito de participar plenamente do processo educacional.

Porque, no fim das contas, comunicar é muito mais do que falar ou escrever. É criar caminhos para que ninguém fique de fora. 

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