Chegamos a este ponto com a tranquila sensação de dever cumprido. Não porque tudo foi fácil ou perfeito, mas porque em nenhum momento nos afastamos do propósito que nos move desde o primeiro texto publicado: informar com seriedade, analisar com equilíbrio e dar voz ao que realmente importa. Em tempos de excessos, ruídos e versões apressadas, seguimos acreditando que o jornalismo ainda é, e precisa continuar sendo, um serviço público.
Ao longo de 2026, crescemos. Crescemos em audiência, em responsabilidade e em consciência do papel que ocupamos. Cada acesso, cada leitura atenta, cada compartilhamento foi, mais do que um número, um voto de confiança. E confiança, no jornalismo, é patrimônio que não se compra — se constrói.
Nada disso seria possível sem os leitores, que nos acompanham diariamente, concordando ou discordando, mas sempre respeitando o espaço do debate. Sem os parceiros, que acreditam na credibilidade do nosso trabalho. E sem os colaboradores, que ajudam a transformar fatos em conteúdo, informação em reflexão e notícia em memória.
Encerrar mais um ano é, antes de tudo, reafirmar compromissos. O compromisso de continuar atento, independente e coerente. O compromisso de seguir aprendendo, porque o jornalismo é uma obra em permanente construção. E, principalmente, o compromisso de avançar, porque parar nunca foi uma opção.
O ciclo de 2026 se fecha com gratidão e esperança. Gratidão por tudo o que foi compartilhado conosco. Esperança pelo que virá no ano vindouro, que já se anuncia como mais uma oportunidade de fazer melhor, ir mais fundo e permanecer fiel ao leitor.
Seguimos. Com os pés no presente, os olhos no futuro e a consciência tranquila de quem sabe que ainda há muito a escrever.

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