Que
o brasileiro é vaidoso, todo mundo sabe. Mas uma pesquisa mostrou que muita
gente não abre mão de andar bonito e bem arrumado nem quando o bolso aperta.
Isso porque alguns gastos com beleza e estética estão entre os últimos que o
brasileiro decide cortar durante a crise.
A
primeira coisa é deixar de comer fora. Depois, de viajar. Em terceiro, ficou a
compra de roupas e sapatos. E, em quarto, a TV por assinatura. Já na outra
pouca do ranking, aqueles gastos que o brasileiro não corta de jeito nenhum, o
primeiro é o tratamento com o dentista. Depois, os procedimentos em clínicas de
estética, os cosméticos, o plano de saúde e a academia.
De
cada 10 entrevistados, sete assumiram que fazem gastos desnecessários para que
estejam sempre bonitos. E 13% ficaram com o nome sujo porque gastaram demais
para manter a aparência. O levantamento, feito pelo Serviço de Proteção ao
Crédito, o SPC, em parceria com a CNDL, entidade que reúne os lojistas.
O levantamento mostrou, ainda, que antes de reduzir os gastos com beleza, o brasileiro também deixa de ir ao cinema, de comprar doces e salgados e corta as despesas do lar.
O levantamento mostrou, ainda, que antes de reduzir os gastos com beleza, o brasileiro também deixa de ir ao cinema, de comprar doces e salgados e corta as despesas do lar.

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