Vulnerabilidade social traz consequências graves para crianças indígenas e nordestinas. É o que concluiu uma pesquisa realizada por especialistas do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz da Bahia.
Os pesquisadores constataram que crianças indígenas e de alguns estados do Nordeste, com até nove anos de idade, apresentam média de altura inferior a crianças de outras regiões do Brasil. E essa média é abaixo da referência estabelecida pela Organização Mundial da Saúde.
O estudo revelou que o crescimento é prejudicado por um conjunto de fatores: falhas na atenção à saúde, alimentação, alto nível de doenças, baixo nível socioeconômico e condições ambientais inadequadas. Essas questões fazem com que 30% das crianças tenham sobrepeso ou estejam próximas disso.
Significa que as que crescem em condições de vulnerabilidade são expostas ao excesso de peso porque estão sujeitas a fatores que comprometem o crescimento saudável.

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