segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Investigada por pirâmide, Multiclick vai à Justiça para tentar evitar bloqueio.

A Multiclick Brasil, investigada por suspeita de ser uma pirâmide financeira, procurou a Justiça para evitar que suas contas e atividades sejam bloqueadas. O congelamento foi a tática adotada por promotores e procuradores da República contra Telexfree, BBom e Priples, acusadas da mesma fraude.

Assim como as três empresas já bloqueadas, a Multiclick Brasil que informa atuar por meio do marketing multinível está na lista de 31 empresas investigadas por uma força-tarefa nacional de combate a pirâmides financeiras.

Ao menos dois ministérios públicos estaduais abriram inquéritos contra a empresa: o de Santa Catarina, em junho, e o de Rio Grande do Norte, em julho.

Os advogados da Mutliclick, então, fizeram ao menos dois pedidos à Justiça para tentar evitar que os promotores exigissem que as contas e as atividades da empresa fossem bloqueadas.

O primeiro mandado de segurança chegou à Justiça Federal em Santa Catarina em 22 de julho, que não aceitou o pedido e determinou a extinção da ação. Na quarta-feira passada, dia 07, um pedido semelhante chegou à quarta Vara da Fazenda Pública de Natal (no Rio Grande do Norte). O processo foi colocado sob segredo de Justiça e ainda não houve uma decisão sobre as solicitações da empresa.

Apesar da existência desses dois inquéritos, o presidente da empresa, Wagner Alves, diz, em vídeo, disponível na internet desde o fim de julho, que a empresa está livre de investigações.

Fonte: Portal iG

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