O preço da gasolina
pode ter novo aumento, neste ano. A declaração é do ministro de Minas e
Energia.
Segundo Edison
Lobão, a Petrobras reivindica reajuste no combustível, porque os preços estão
muito defasados. E acrescenta que não tem realizado aumentos regulares de
preços e, sim, esporádicos.
O ministro disse
que o pedido da Petrobras está sendo analisado, ainda, pelo Ministério da
Fazenda e pelo Conselho de Administração da empresa.
O último reajuste
autorizado pelo governo foi no começo do ano, de cerca de 10% para o diesel e
6% para a gasolina. Mas segundo especialistas, a diferença do preço praticado
pela Petrobras no mercado interno e os praticados no exterior chegam a 15% para
os dois combustíveis.
Nos últimos tempos,
a Petrobras tem sido obrigada a importar derivados de petróleo para abastecer o
mercado interno.
Com isso, o
endividamento da companhia aumentou de mais de 150 bilhões de reais, no
primeiro trimestre do ano, para mais de 176 bilhões no final do segundo trimestre.

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