Nesta quinta-feira, 8, países de todo o
mundo celebram o Dia Internacional da Mulher, data que simboliza a busca pela
igualdade entre homens e mulheres. Mas, aqui no Brasil, não há muito o que
comemorar, pois o país permanece como uma das nações mais violentas para as
mulheres, na sétima posição de um total de 83 países, segundo a Organização
Mundial da Saúde.
Dados divulgados pelo Monitor da Violência,
parceria do site G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da USP e o Fórum
Brasileiro de Segurança Pública, apontou algumas estatísticas, como por
exemplo, que 4 mil 473 mulheres foram vítimas de homicídio em 2017, um
crescimento de 6,5% em relação a 2016.
O assassinato de mulheres em contextos
marcados pela desigualdade de gênero recebeu uma designação própria: feminicídio,
com 946 casos só no ano passado. Para ter uma ideia, 50% das vítimas de
homicídio do sexo feminino no Brasil são mortas por parentes, dos quais 33% são
os maridos ou companheiros.

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